Presença assídua da Polícia Municipal tem evitado a aglomeração de veículos pesados de passageiros nas últimas semanas. Comércio aplaude, mas setor turístico receia queda no número de visitantes na cidade.
O Largo da República do Brasil era um dos pontos de paragem quase obrigatórios empresas de turismo que realizavam transportes regulares entre o Porto e Guimarães, com duas paragens essenciais no seu percurso: a largada na Rua Conde D. Henrique, junto ao Paço dos Duques de Bragança, e a receção na parte baixa de Guimarães, maioritariamente junto à Igreja de S. Gualter.
A implementação da nova medida mereceu aplausos do comércio local, inclusive da Associação do Comércio Tradicional de Guimarães, mas vários stakeholders a trabalharem na área do turismo na cidade berço refletem que esta medida a médio e longo prazo pode contribuir para um afastamento das empresas de transporte e, por conseguinte, de visitantes.
A solução encontrada por alguns operadores turísticos em Guimarães tem sido aparcar os veículos pesados junto ao Campo S. Mamede ou então num lugar reservado na zona do Parque das Hortas. Centenas de visitantes seguem, quase diariamente, para esta zona da cidade depois de cruzarem o centro histórico entre o Castelo e o Campo da Feira, como é conhecido o Largo República do Brasil.
