3 conselhos para ver Pantagruel

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“Pantagruel” que originalmente vem da obra de François Rabelais, considerado “um Homero torcista” ou “um filósofo ébrio que apenas escreveu enquanto bêbado”, está patente em pleno palco do Centro Cultural Vila Flor, até Domingo, 20 de Setembro, sempre às 22:00. A estreia acontece hoje, Quinta-feira, dia de 10º aniversário, pela mão do Teatro Oficina e TEP.

E para ver esta adaptação literária à obra de Rabelais de 1532 “Os Horríveis e Apavorantes Feitos e Proezas do Mui Renomado Pantagruel, Rei dos Dípsodos, Filho do Grande Gigante Gargântua”, o FreePass Guimarães dá três bons (ou maus) conselhos:

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1º Lê atentamente a folha de sala:
Se pensas que vais a uma peça de teatro “normal” podes ficar já a saber que tem de tudo menos o “normal”. Não te sentas no auditório, és sim guiado/a para uma enorme mesa de jantar. Não tens que estar “fino”, mas tens que beber uns bons copos enquanto a peça decorre. Também há comida!

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2º Chega com vontade de rir:
Com pouco mais de 50 lugares para o público, esta prometedora encenação tem pano para mangas. Com várias criticas sociais envoltos na actualidade, Pantagruel reúne todos à mesa para celebrar as vitórias com trezentos gigantes e um lobisomem ou a transformação do rei Anarca num vendedor de molho verde.

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3º Não aconselhável a vegetarianos:
Com o calão sempre presente e com facas apontadas ao grelhador, há um prato e dois copos que se vão enchendo no decorrer da peça com nacos de carne, vinho verde e água.

Com encenação de Gonçalo Amorim “Pantagruel” é uma adaptação pelo dramaturgo Rui Pina Coelho. O espectáculo conta com a interpretação de Ivo Alexandre, Marcos Barbosa, Catarina Gomes, Diana de Sousa e Raquel de Lima. A cenografia e os figurinos são assinados por Catarina Barros.

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