A CAV mapeou Guimarães mas ainda não encontrou “lugar”

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Criada em 2019, a Comunidade Artística Vimaranense propôs-se a mapear artistas, técnicos e espaços para o setor artístico que não fosse institucionalizada.

Quase um ano depois e após identificar inúmeros espaços na malha urbana da cidade, a CAV apresentou algumas conclusões. Existem espaços que se podem adequar às necessidades, contudo as rendas altas e a falta de comunicação e colaboração com possíveis arrendatários tornaram-se pedras no caminho.

Espaços que possam servir uma média de 100 artistas e agentes locais com estúdios para artistas plásticos, estúdios de gravação, salas de ensaio para música, teatro e dança, galeria de exposições, blackbox e até um mini café concerto são algumas das valências que a CAV pretende estabelecer num edifício citadino.

Em comunicado a associação afirma que existem ainda várias iniciativas a decorrer no seio de um coletivo, que se encontra de portas abertas a todos os que queiram contribuir para um futuro das artes em Guimarães mais risonho.

No futuro a CAV pretende também apresentar um diretório online com espaços culturais, artistas, designers e técnicos locais, servindo assim empresas e outros agentes para uso destes profissionais vimaranenses.

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