Instalação sonora fica até ao fim das Nicolinas

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Pensado por uma equipa de professores e investigadores o projeto que quer ter o som como experiência sensitiva na cidade vai ficar no Instituto de Design até 19 de dezembro.

O que tem a ver as Las Fallas (Valência), Dia de São Patrício (Dublin), Carnaval (Veneza), Vappu (Finlândia), o São João (Porto) ou as Nicolinas (Guimarães)? Todas as celebrações tiveram de ser canceladas ou adaptadas devido à pandemia. Todas elas têm também uma sonoridade característica.

A pensar em todas as condicionantes atuais, elementos da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho (EAUM) e do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) em colaboração com membros da unidade I+D+Arq I&D, da Universitat Politècnica de València colocaram mãos à obra e adaptaram esta necessidade ao projeto FURNISH (Fast Urban Responses for New Inclusive Spaces and Habitat).

A pensar no futuro das cidades e na interação dos seus cidadãos, este projeto pretende assinalar novas formas de comunicação e expressão, pegando na ideia de mobiliário urbano. Uma vez em Guimarães, os primeiros testes com estes aparelhos móveis aconteceram com os Nicolinos, ainda antes do Cortejo do Pinheiro na praça interior do Instituto de Design.

Este projeto é financiado pelo EIT Urban Mobility, uma iniciativa do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT). O EIT Urban Mobility atua para acelerar mudanças positivas na mobilidade para tornar os espaços urbanos mais habitáveis.

Fotografia: DR

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