Hospital da Guimarães vai ganhar um instituto de 43 milhões e prevê 63 empregos diretos

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O Instituto de Teranóstica do Alto Ave (ITAAVE) deu um passo em frente na sexta-feira, com um memorando assinado no Teatro Jordão pela ULS Alto Ave, pela CCDR-Norte, pelo Grupo ISOPOR e pela AVANÇO.

O projeto, estimado em 43 milhões de euros, está previsto para o campus do Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães, e contempla uma unidade de medicina nuclear. A futura valência é apresentada para diagnóstico, terapêutica, investigação, desenvolvimento e formação, reforçando a capacidade de resposta na abordagem de doenças como o cancro.

A teranóstica junta diagnóstico e tratamento no mesmo percurso, para que a terapêutica seja mais precisa e adaptada a cada doente, nomeadamente em oncologia. O presidente da Câmara, Ricardo Araújo, falou em 63 empregos diretos e 20 indiretos. Álvaro Santos, da CCDR-Norte, defendeu que a ciência de excelência também pode existir fora das grandes cidades, e Pedro Guimarães Cunha, presidente do Conselho de Administração da ULS Alto Ave, quer que o instituto se desenvolva no âmbito do Serviço Nacional de Saúde.

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