Três exibições de “Verde Nojo”, exposição do artista Pedro Bastos, vão passar por três galerias. Depois da abertura na cidade da Maia, no passado dia 17 de outubro, o projeto irá ainda apresentar-se em Guimarães no dia 7 de novembro, às 16:30, n’A Padaria.
Em Guimarães, a exposição regressa a uma ligação ao Minho que está no próprio título. A cor verde, que já foi sinal de veneno, de serpentes e do diabo, e está presente na criptonite, no absinto e na clorose, ganha aqui outro sentido: o do vinho verde, que também pode ser tinto, e cuja casta Vinhão lhe dá um tom escuro como o sangue de boi, animal símbolo da região, e a calma de quem rumina erva verde.
Nascido no Vale do Ave em 1980, Pedro Bastos trabalha entre o cinema, a pintura, a instalação e a escrita. Recorre à película de 35 mm, à pintura manual e a dispositivos analógicos para refletir sobre a materialidade da imagem e sobre a memória, individual e coletiva, tendo o Vale do Ave como arquivo vivo do território.
“Verde Nojo” chegará a Guimarães no dia 7 de novembro, às 16:30, e depois no dia 19 de março de 2027, no Palacete Santiago, também às 16:30. O projeto tem o carimbo da plataforma Guimarães Project Room.
