O guia essencial para te orientares no Westway Lab 2018

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Há cinco anos que a bússola musical vimaranense mudou do norte para oeste. O Westway Lab chega à cidade berço em 2018 como um dos melhores cartazes e com a mais composta plateia de personalidades da indústria da música entre os dias 11 e 14 de Abril.

Se ainda não sabes o que é o Westway Lab podemos explicar-te por breves palavras: um festival ligado à música com residências artísticas, palestras, concertos e muito networking. Nas residências já se encontram mais de uma dezena de músicos nacionais e estrangeiros a programarem um pequeno showcase para apresentar ao público, dias 11 e 12 de Abril, no Café Concerto do CCVF.

No primeiro dia vamos ter a junção dos austríacos Cari Cari com o português O Gajo, seguido do vimaranense Ana com as irmãs francesas de Sparkly in the Clouds.

Cari Cari são um dos destaques da comitiva austríaca em Guimarães:

Sparky in the Clouds vão cruzar-se com Ana:

Mais tarde sobe ao palco a música electrónica de Bowrain:

Uma coisa que não podes esperar do Westway Lab é a previsibilidade. Daí podes também aproveitar os encontros de artistas ao final da tarde que antecedem os concertos da noite. Na segunda noite, sobem ao palco a norte-americana Vita (and the Woof) com um membro dos papercutz e ainda a francesa Laure Briard com Mister Roland.

Vita vem a solo dos Estados Unidos e toca com papercutz:

Laure Briard partilhará o palco com Mister Roland:

A fechar a noite há Dope Calypso:

Ainda com as palestras a surgirem em catadupa no Palácio Vila Flor e após os resultados das residências artísticas, o Westway Lab vira-se para o produto já pronto a ser exportado. É o caso do cartaz do novo palco “patrocinado” pela Why Portugal que trará Stereossauro, Isaura, Omiri e Moonshiners.

Isaura está de regresso a Guimarães:

O “electro-folk” de Omiri marca presença pela primeira vez no berço:

E se a parte da tarde foi tocada e cantada em português, a noite será totalmente austríaca com as bandas Cari Cari, Avec, Molly e Motsa a invadirem os vários palcos do Centro Cultural Vila Flor.

Avec integra a comitiva do centro da Europa:

Pelo meio ainda temos o projecto de criação entre Valter Lobo e André Barros:

A encerrar a noite há MOTSA:

O último dia é também o último dia de trabalhos. Depois de ouvirmos peritos da musica internacional, como Rodrigo Leão, Peter Smidt (Eurosonic), Mark Kitcatt (IMPALA) ou Marcus O’Dair (blockchain e bitcoins), chega a vez de um dia bem preenchido com concertos em vários locais da cidade de Guimarães com Gobi Bear, Mathilda, Joana Guerra, Nery, Daily Misconceptions, Time for T, Elisabete Balcus, e Vita and the Woof. O melhor é apanhar o comboio (literalmente falando) e esperar pelos melhores concertos no Bar da Ramada, Convívio, All Guimarães e CAAA.

Time for T em Guimarães:

Mais à noitinha, os concertos voltam a invadir os diversos palcos do CCVF. Os nomes que compõem o último dia do Westway Lab são bem conhecidos do público em geral como Dear Telephone, Leyya, Toulouse, Manel Cruz e o japonês Stereociti.

Os Dear Telephone tem novo álbum:

Da Áustria chega também Leyya:

Manel Cruz dispensa apresentações:

A fechar há festa com Stereociti:

Findo o cartaz, o melhor é vermos os preços e a nova fórmula de entrada, por pulseiras, nos espaços aderentes ao Westway Lab. A nossa recomendação vai para a aquisição das pulseiras (pagas), com a maior antecedência possível, antes que estas esgotem. Assim, a Pulseira Total dá acesso a todos os concertos pelo preço de 12€ e a Stage dá apenas aos concertos de Leyya e Manel Cruz.

Os concertos de acesso gratuito (Showcases e City Showcases) têm também necessidade de apresentação de pulseira que pode ser levantada gratuitamente nos balcões do Centro Cultural Vila Flor.

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