O que ainda podemos ver e ouvir em 2018

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Depois de um arranque em êxtase, Guimarães ainda tem truques na manga para mostrar. A agenda de 2018 ainda é longa e há eventos que merecem ser mencionados (para já).

O primeiro trimestre já lá vai e há alguns eventos que devemos ter em conta, tanto pela sua qualidade, como pelo impacto que provocou em Guimarães. De relembrar o grande espectáculo que foi o Festival da Canção no Multiusos, a bem preenchida edição do GUIdance, as cuidadas exposições que tomaram conta de toda a região ou uma (considerada por muitos presentes) das melhores peças de “novo circo” que passou no CCVF com o Circus Arts Weekend.

Mas nem só de grandes eventos se fizeram os primeiros meses de 2018. O ciclo EGO, que contou com excelentes prestações, está prestes a anunciar mais três novas datas, os concertos de Mathilda e de Liima no Centro Cultural Vila Flor e ainda a provocatória peça de teatro “A Arte da Comédia“.

Já com alguns anúncios oficias, como a nova programação dos Banhos Velhos que traz nomes como Luís Severo, Surma ou Castilho, há ainda os concertos já esgotados de Angel Olsen e Erlend Oye (Kings of Convinience) no Centro Cultural Vila Flor. Mas também o regresso da Outra Voz aos palcos e um Dia Mundial da Dança para comemorar.

E com o fim da chuva chegam os eventos “fora de portas” como a revestida Feira Afonsina, a caravana do circo contemporâneo Vaudeville Rendez-Vous, o surpreendente L’Agosto, o interminável Vai-m’à Banda ou os eventos de livre acesso como o Manta, o Suave Fest ou o Guimarães noc noc.

Com o regresso às aulas, e também à rotina, já estabelecidas, tempo é também de voltar aos eventos dentro de portas como o Mucho Flow ou o Guimarães Jazz. E se há algo que possa escapar a este breve resumo, outros e mais eventos podem ser encontrados aqui.

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