Zona baixa da cidade com intervenções agendadas

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Toda a Rua D. João será toda reabilitada e o estacionamento retirado. Obras deverão arrancar em meados de 2020 em pelo menos duas zonas da cidade berço.

Foi uma das artérias principais da cidade de Guimarães na criação de um país. Foi aqui que D. João I passou para agradecer à Nossa Senhora da Oliveira pela batalha vencida, onde ofereceu o seu pelote (hoje exposto no Museu de Alberto Sampaio) e um cordão de ouro (roubado na década de 70 do mesmo museu) que, diziam, o cumprimento ligava os padrões da Oliveira e Aljubarrota, junto à Capela de S. Lázaro.

A começar pelo topo da rua, junto à Igreja de S. Domingos, a intervenção deverá manter o acesso mas apenas para o uso do comércio ali existente. Mais abaixo, já na parte mais extensa desta histórica rua, haverá também uma via ciclável com uma forte composição pedonal, sendo que o sentido de trânsito deverá manter-se descendente (como se verifica desde o passado mês de novembro).

Já a intervenção do Largo de S. Lázaro e o seu Padrão de Aljubarrota a autarquia pretende embelezar e dar um forte contributo para o uso pedonal da parte mais baixa da cidade e ainda protegida pela UNESCO.

As obras para esta nova via do centro histórico está orçada em 1,2 milhões de euros.

RUA DA CALDEIROA TAMBÉM SERÁ ALVO DE INTERVENÇÃO
Depois da construção do Parque de Camões/Caldeiroa finalizada chega a vez da reabilitar a velha Rua da Caldeiroa, que atualmente se encontra bastante degrada e alvo de pequenas inundações na parte mais baixa.

À semelhança do que será feito na Rua D. João I, esta artéria de saída da cidade terá uma via ciclável e uma zona pedonal a percorrer toda a rua. Esta obra está orçada em cerca de 900 mil euros.

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