Um supercomputador e as várias mudanças no AvePark

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Há várias mudanças no vale mais tecnológico do concelho de Guimarães. A chegada de um supercomputador e a insolvência do SpinPark são os principais destaques.

Há muitas novidades a chegar ao AvePark. Este equipamento, construído em S. Claúdio de Barco em 2007, alberga dezenas de micro, médias e grandes empresas e emprega mais de 1000 pessoas em centros de investigação e empresas de moda e tecnologia.

UM SUPERCOMPUTADOR A CHEGAR
Está confirmada a vinda de um dos oito centros de computação da União Europeia para Guimarães. O AvePark irá receber o Advanced Computing Centre (MACC) num investimento europeu a rondar os 840 milhões de euros para apoiar projetos de investigação na área das ciências.

SETE EMPRESAS DO SPINPARK PASSAM PARA O TECPARK
Após a falência do SpinkPark, gerida pela Universidade do Minho, o mais icónico edifício do AvePark deverá passar para as mãos da autarquia vimaranense. Já as empresas incubadas neste centro vão transitar para o edifício central onde se encontra um dos centros de incubação da Set.Up Guimarães, o TecPark.

VIZINHO DO I3B’S QUASE CONCLUÍDO
O futuro Instituto de Medicina Regenerativa vai nascer ao lado do I3B’S e vai contar com uma passagem pedonal a ligar os dois edifícios. Este Instituto Cidade de Guimarães será um grande apoio para a investigação na área da medicina de precisão e regenerativa em todo o mundo.

FARFETCH VAI TRANSFERIR TRABALHADORES PARA O PORTO
Depois de construir um dos maiores escritórios da sua história na cidade berço, a empresa que mais gente emprega no AvePark já atingiu a sua capacidade máxima em Guimarães. O único unicórnio português cotado na bolsa de Nova Iorque está a construir um campus em Matosinhos e vários funcionários deverão ser transferidos ainda antes da conclusão deste novo equipamento para instalações provisórias.

NOVO EDIFÍCIO PROCURA INVESTIMENTO
Estava para ser inaugurado em finais de 2020 mas não chegou sequer a ser concluído. Entretanto, e com uma estrutura já montada, o edifício ficará nos pertences da autarquia para que seja encontrado novo dono para a sua habitação. A brasileira Copra larga assim um negócio de milhões na indústria alimentar.

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