Guimarães (ir)reconhecível

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“Estamos no ano de 1128, mais precisamente a 27 de Abril, e o Infante Afonso Henriques confirma um foral que seu pai havia outorgado anos antes e concede novas regalias a Guimarães.

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Aqui foi dada a confirmação do foral a Guimarães. Aqui, foi proclamada independência!

Mas nem tudo é um mar de rosas, a cidade está ainda em sobressalto após o levantamento das tropas comandadas por Afonso VII de Castela. Ainda há quem não aceite por bem estas condições impostas pelo novo regente vimaranense por isso a cidade fica de alerta até a maré acalmar.

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Guerreiros apoiantes do Infante Afonso Henriques a zelar pela estabilidade.

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A pouco e pouco a pequena cidadela volta à normalidade, são construídas tabernas, são criados jogos para tentar regressar à tranquilidade.

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São festejos e festas por toda a parte, o Quelho das Desgraças transforma-se num lugar de culto para práticas pouco usuais e dignas; mas por falar em culto ainda há quem se arrisque a descobrir o futuro no Largo dos Ocultos.

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Há música pelos quatro cantos das muralhas, impostos reduzidos e o quotidiano é de uma calma aparente que faz todos seguirem Afonso Henriques para as suas novas conquistas.”

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A cidade está como nunca se viu e por vezes é fácil perder-se nela.

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Nesta edição da Feira Afonsina, a organização procurou uma melhor conforto com mais praças gastronómicas e um cuidado especial com a alimentação, fornecendo condições e instalações para assegurar refeições preparadas de acordo com a lei portuguesa.

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